domingo, 23 de outubro de 2011

Vinho

A história do vinho em Portugal começou no século VII a.C., com a chegada dos gregos, que plantaram as primeiras vinhas na península Ibérica. Mas o que interessa mesmo é o século XV, durante o reinado de Dom Afonso Henriques, quando o país iniciou a política de exportação, na esteira dos descobrimentos. Outro nome importante da história do vinho português foi o marquês de Pombal, que em 1756 criou a primeira região de vinhos demarcada do mundo, o Douro, onde se faz o famoso vinho do Porto. Portugal é um país muito generoso em castas viníferas locais, entre elas Touriga Nacional, tinta considerada a rainha das uvas portuguesas, Touriga Francesa, Arinto, Sercial, Castelão, Periquita, Trincadeira etc. A diversidade é enorme, tanto de uvas brancas quanto de tintas, o que faz de Portugal um produtor original e muito qualificado.




Através das rotas dos vinhos de Portugal pode fazer excelentes passeios e conhecer um prazer aperfeiçoado ao longo dos tempos. 


Na região do Minho iniciou a história de Portugal. A foto mostra o largo da igreja Matriz da cidade medieval de Melgaço e suas muralhas. Não é por menos que um dos melhores vinhos verdes chama-se Muros Antigos.
Esta região situa-se no extremo norte de Portugal, tendo o rio Minho, como fronteira natural com a Espanha.
O vinho é chamado de verde não porque sejam os vinhos de uvas verdes ou colhidas imaturas. Existe o vinho verde de uvas tintas.
O vinho é verde pois vem da região verde de Portugal, assim chamada pelos índices de chuva o ano todo, a vegetação por lá é constante.
O Vinho verde tem por característica um baixo teor alcoólico, algo em torno de 8 a 10 GL, acidez marcante, alguns com a “agulha” devida a acidez, e por vezes o aparecimento de CO2.
Esta característica se deve ao fato de ser produzido em pequenas propriedades, muitas vezes com várias uvas misturadas, resultando no que chamam de vinho verde de lote, ou seja, as vezes até mais de 10 tipos de uvas diferentes.
Importante ressaltar que os melhores vinhos verdes provêm das seguintes castas:
Loureiro: Vinhos aromáticos, lembram frutos de polpa branca, como maçã e pêra, acidez média – alta, na boca macio refescante e de final prolongado.
Alvarinho: Vinhos mais famosos, acidez alta e marcante, nariz cítrico, boca mineral e de gosto prolongado. Como a acidez é alta são, também, vinhos de guarda, podendo aguentar, pelo menos 8 a 10 anos.
Trajadura: Menos aromático que os outros dois, acidez mediana, serve de fiel escudeiro da Alvarinho para, inclsuive, acalmar a acidez desta última.
Avesso: Com características parecidas com a Alvarinho, mas geralmente vendido como espumante.
Vinhos de Bucelas
Bem perto de Lisboa,
Os vinhos de Colares e Bucelas permitem conhecer das zonas mais bonitas em torno da cidade.

Os tintos de Colares cultivam-se na verde Serra de Sintra, pontuada de magníficos palácios. A Unesco classificou a simbiose entre floresta e monumentos como Paisagem Cultural da Humanidade e a vinha estende-se pelo Parque Natural de Sintra-Cascais, até às praias e ao mítico Cabo da Roca, ponto mais ocidental do continente europeu.

Dali ou do Palácio de Queluz, siga até ao monumental Convento de Mafra, ambos a visitar, e continue para a área rural de Bucelas. O vinho é dos melhores brancos portugueses.

Na margem sul do Tejo pode descobrir outros tesouros na Rota do Vinho da Costa Azul, sempre perto do mar.



Não passe sem provar o Moscatel de Setúbal.



Do interior, onde o Dão corre apertado entre montanhas, ao litoral de lagoas e vastos areais, duas Rotas no centro de Portugal.
Ocupam áreas especialmente férteis para a vinha, em que registos do séc. XII já falam da excelência dos vinhos aqui produzidos, como o Dão, com fama desde a fundação de Portugal.

Um percurso monumental começa no rico património construído de Viseu e faz um círculo em volta do Dão, onde o granito impera.

Entre o Dão e o Mondego a paisagem é mais verde, feita de vinhas dos solares e quintas da região, à mistura com florestas, já no Caramulo.

Entre o Vouga e o Paiva ficam termas, como S. Pedro do Sul, templos românicos e aldeias de telhados de xisto.
Também na Rota do Vinho da Bairrada encontra termas - Luso e Curia - onde se destacam hotéis com o charme dos anos 20 e 30 do séc. XX. Como o do vizinho Buçaco, lugar de eleição para viver a tranquilidade e ar puro da serra e da mata.

Perto da costa, são as lagoas e rios que dão serenidade ao ambiente. Junto ao mar, que influi no carácter dos vinhos da Bairrada, encontram-se dunas e praias extensas, onde as casas pintadas de riscas coloridas são um atractivo.
Açores: vinho verdelho


A cultura da vinha na Ilha do Pico começou no final do séc.XV, quando se iniciou o povoamento da ilha. Graças ao solo vulcânico, rico em nutrientes, e ao micro clima seco e quente das encostas, as vinhas, da casta verdelho, conseguiam condições excepcionais de maturação. Foi por isso que este vinho adquiriu uma especificidade própria, e a paisagem onde se insere, profundamente trabalhada pelo homem para domar a rocha em terra arável, faz hoje parte da lista do Património da Humanidade.

Pico, um dos pontos de maior interesse da ilha, marcando a paisagem de pequenas quadrículas formadas por muros de pedra basáltica.
Continuando ao longo dos tempos a produzir vinhos de excepcional qualidade, recentemente a Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico tem lançado novos vinhos, nomeadamente o "Lajido", legítimo herdeiro do velho "verdelho", e distintos vinhos de mesa, branco e tinto.

Vinho Madeira

Um verdadeiro paraíso vinícola!


Apreciado em todo o mundo, este "néctar" é um dos ex-líbris da Ilha da Madeira. Escolhido para celebrar a Independência dos EUA, em 1776, elogiado por Shakespeare, apreciado por reis, príncipes, generais e exploradores, o Vinho Madeira é sem sombra de dúvidas um verdadeiro tesouro.

Embora existam mais de 30 castas diferentes as mais nobres são: Sercial, Boal, Verdelho e Malvasia. Aproveite para conhecê-las e é claro, para provar os seus diferentes paladares. Nos secos destaca-se a Sercial, ideal como aperitivo, leve, muito perfumado e de cor clara. Verdelho, delicado, bastante perfumado e de cor dourada, é o mais indicado para acompanhar refeições. Meio-doce, suave, nobre, aveludado e de cor dourada escura, a Boal é a mais recomendada entre o assado e a sobremesa.
Entre refeições ou à sobremesa são poucos os que resistem à Malvasia. Representa o vinho doce, encorpado de perfume intenso e cor vermelha.

O solo e o clima únicos da Madeira contribuem para a distinção inigualável do Vinho Madeira, com os vinhedos cultivados à mão, em pequenos recintos de

terra suportados por paredes de pedra (terraços) nas encostas das montanhas.

Vinho do Douro e do Porto

A mais antiga região de vinha demarcada do mundo.
A Região do Douro é a mais antiga região de vinha demarcada do mundo de que se tem conhecimento, tendo o "título" desde 1756. Estendendo-se ao longo do vale do rio Douro, património mundial da UNESCO, aqui produzem-se excelentes vinhos, como o famoso Vinho do Porto.

A Rota do Vinho do Porto tem a particularidade de se poder fazer de carro, comboio ou barco, uma vez que o rio é navegável do Porto a Barca d’Alva, na fronteira com Espanha.

Deixe-se encantar com a paisagem do Douro: os vales, o rio serpenteante, as vinhas em socalcos, o ar puro... E aproveite para visitar algumas quintas produtoras de vinho do Douro e do Porto, como a Quinta do Noval, a Quinta do Seixo, a Quinta do Vale Meão e a Quinta do Crasto.
Em jeito de passeio, embarque num barco rabelo, no cais de Gaia, e siga até à Régua, onde pode apanhar o antigo comboio a vapor, fazendo uma viagem histórica. No Pinhão, conheça os famosos painéis de azulejos da estação, atravesse a ponte e percorra as estradas ondulantes que bordejam o rio.

Aliando a qualidade à sofisticação, pernoite no Solar da Rede, em Mesão Frio, ou no Hotel Vintage House, no Pinhão. Uma atmosfera de onde não apetece partir!
Vinho Verde

Os vinhos verdes de Portugal, únicos no mundo, são um agradável motivo para descobrir o Minho.
O vinho verde, leve e algo atrevido, vai bem com peixes e mariscos. Ou com uma pausa refrescante num dia de calor. No atlântico Minho, de relevo acidentado a norte do país, as videiras trepam em latadas e bordam campos pontuados por típicos espigueiros. No verde da paisagem, com rios vários, ergue-se o granito dos muitos solares e monumentos, a visitar.

Comece na costa, em Caminha e Vila Nova de Cerveira, tão pitorescas como Valença, à beira do Minho. Mais a norte, Monção e Melgaço são centro do mais apreciado vinho verde português: o Alvarinho. Perto, fica o Parque Nacional da Peneda-Gerês, com aldeias de serra cheias de história e tradição, como Castro Laboreiro e Soajo.
Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e Ponte de Lima devem o nome a rios que lhes dão graça e frescura, como Viana do Castelo, na foz do Lima. Passe ainda por Barcelos, à beira do Cávado, e por Braga, cujo património evoca as raízes ancestrais da região.

Noutro percurso, Guimarães, berço da nacionalidade e Património Mundial, alia-se a Amarante, bela cidade que combina igualmente rio e património. Não parta sem uma visita às mais emblemáticas quintas da região, tão famosas pelas suas casas senhoriais, como pela qualidade dos seus vinhos.



Beber vinho com moderação além de ser uma atitude saudável, ajuda melhor a apreciar os diversos pratos que compõem a rica e variada gastronomia nacional.

Beber vinho é um acto de cultura. É fundamental a escolha do tipo de vinho de acordo com o prato servido. Existem regras básicas, por todos sobejamente conhecidas, que nos dizem que um prato de peixe deverá ser servido com um vinho branco, que os mariscos vão bem com os vinhos verdes ou com brancos acídulos, que as carnes se fazem acompanhar por vinhos tintos e que com as sobremesas dever-se-ão servir vinhos licorosos ou espumantes mais ou menos doces. Alguns exemplos: Mariscos: cozidos: vão bem com vinho branco leve, acídulo ou com vinho verde branco. gratinados ou cozinhados com gordura, ervas aromáticas, especiarias ou natas: requerem um vinho branco seco, menos acídulo e menos jovem. Peixes: cozidos ou grelhados: são beneficiados quando acompanhados por um vinho branco, um pouco acídulo, leve, frutado e vivo. no forno: deverão ser servidos com vinho branco mais seco, encorpado e capitoso. Excepções: Com a sardinha assada e o bacalhau, vai bem um vinho tinto, encorpado e de preferência com alguma adstringência. Carnes: vermelhas: necessitam de vinhos tintos encorpados, com "bouquet". brancas: irão melhor com vinhos brancos fortes ou rosados, mais jovens e menos carregados de aroma e sabor, como Chardonnay ou Sauvignon. Excepção - O leitão assado no forno deverá sempre ter um espumante natural a acompanhá-lo. Caça: Combina com vinho tinto velho, aveludado, com um bom "bouquet". Pastas: Com creme de leite ou suaves: combina com vinho tinto suave, frutado. com muito condimento: necessitam de vinhos tintos encorporados, com "bouquet". Saladas: Especialmente as de folhas verdes: combina com vinho tinto. Doçaria: Acompanha bem com um vinho licoroso doce ou meio doce, conforme a sobremesa tenha mais ou menos açúcar na sua confecção, ou com um espumante doce. Excepção – Se os doces tiverem chocolate ou nozes nunca acompanhar com espumante. Os espumantes vão bem com tudo - Está na moda, começar e acabar uma refeição sempre na mesma companhia: o espumante natural. Como aperitivo, o melhor é aquele que nos possa estimular o apetite para a refeição. Poderá ser um espumante bruto, um Madeira seco, um Porto branco seco ou, porque não, um vinho branco fresco e frutado, com o qual iremos continuar durante a refeição, até ao prato de carne. O que nunca deverá ser servido como aperitivo, são os cocktails, pois estes deixarão o palato incapaz de apreciar os vinhos que venham a ser servidos posteriormente com a refeição. Como digestivo e para terminar a refeição deverá servir-se uma aguardente vínica ou bagaceira.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Sobremesa

Leite Creme




Ingredientes:

- 4 Colheres de sopa de maisena

- 3 Colheres de sopa de açúcar
- 1l de leite
- 5 Gemas
- 1 Pau de canela
- 2 Casquinhas de limão


Preparação:

Começamos por colocar quase todo o leite numa panela, que convem ser grande por causa da espuma do leite, juntamente com as casquinhas de limão e com a canela e vai ao lume para ferver.
Agora num recipiente juntamos o resto do leite, a maisena, o açúcar e as gemas e misturamos muito bem.
Quando o leite estiver a ferver juntamos a mistura anterior e deixamos ao lume durante dois minutos, tendo o cuidado de ir mexendo bem para não agarrar ao fundo.
Por fim tiramos o pau de canela e as casquinhas de limão, e colocamos em taças pequenas, ou numa grande, e deixamos arrefecer.
Quando estiver frio colocamos no frigorífico.
O último passo é colocar um pouco de açúcar em cima do leite creme, e queimar o açúcar, com um ferro eléctrico ou com um maçarico para cozinha.


Farturas e Churros


Ingredientes:
- 300g de Farinha Branca de Neve fina
- 2,5-3dl de Agua fria
- 1 colher de café de Sal fino
- Açúcar e canela q.b.
- Óleo para a fritar

Preparação:
Aquecer óleo abundante numa frigideira de grande diâmetro Preparar a mistura de açúcar e canela numa taça
Preparar o saco pasteleiro munido de um bico de estrela larga Numa tigela misturar a farinha, o sal e os 2.5dl de água.
Mexer bem e rapidamente (se precisar acrescenta-se mais água).
Colocar a massa no saco e espremer para o óleo, em espiral, da periferia da frigideira para o centro.
Levantar o saco para cortar a massa (se esta não cortar é porque tem pouca água).
Fritar rapidamente, virar (pode usar 2 paus do restaurante chinês) quando dourado escorrer em papel absorvente.
Repetir o procedimento até esgotar toda a massa.
Cortam-se as farturas com uma tesoura e passam-se por açúcar e canela, quando ainda quentes.



 Pudim de Leite


Ingredientes:
- 1 lata de leite condensado cozido
- 600ml de leite
- 1 pacote de nata ligeira
- 8 folhas de gelatina ou 2 colheres de sobremesa de gelatina neutra em pó
- algumas amêndoas torradas e picadas
- 3 ou 4 bolachas picadas
- caramelo para forrar a forma opcional





Preparação:

Coloque as folhas de gelatina a demolhar em água fria, bata os leites com as natas e, adicione a gelatina já escorrida e diluída num pouquinho de água quente, bata bem a mistura.
Verta para uma forma de pudim previamente passada por água ou se preferir forrada com caramelo, leve ao frio de preferência de um dia para o outro, na hora de servir pique as amêndoas com as bolachas, desenforme e polvilhe o pudim.

Notas: Caso utilize a gelatina em pó, deve aquecer um pouco de água (30ml)sem deixar ferver e diluir a gelatina.
Se gostar forre a forma com caramelo liquido antes de verter o pudim.
Se necessitar de cozer o leite condensado, faça-o em banho-maria, coloque a lata dentro de um tacho com água e deixe cozer por 50 minutos.




Profiteroles Recheados com Gelado






Ingredientes para 35 profiteroles:
- 250g de farinha
- 250 ml de água
- 50g de margarina
- 6 ovos
- Sal q.b.
- 1 lata de leite condensado com 397g
- 400 ml de natas para bater
- 200g de chocolate em tablete
- 150 ml de natas
Preparação:
Num tacho leve ao lume a água.Tempere com um pouco de sal e adicione a margarina.
Logo que comece a ferver, junte de uma só vez a farinha e mexa muito bem.
Quando formar uma bola, retire do lume e coloque numa tigela. Deixe arrefecer um pouco.
Junte os ovos um a um e amasse muito bem entre cada adição.
Com a ajuda de duas colheres, faça bolinhos de massa e coloque num tabuleiro de ir ao forno untado com manteiga.
Leve ao forno pré-aquecido nos 220º e deixe cozer aproximadamente 20 minutos até que fiquem douradinhos e ocos.
Depois de cozidos, retire-os. Bata os 400 ml de natas até que fiquem fofas e volumosas.
Junte o leite condensado e bata tudo muito bem.
Faça um furo no fundo de cada profiterole e recheie com o creme, com a ajuda de um saco de pasteleiro ou uma seringa.
Coloque os profiteroles num tabuleiro com o furo virado para cima. Leve ao congelador até que fiquem congelados.
Na hora de servir, leve ao lume os 125 ml de natas com o chocolate partido em pedacinhos.
Mexa até que o chocolate derreta e fique um creme.
No fim, se desejar, acrescente 30 ml de whisky ou um licor a gosto e mexa.
Sirva os profiteroles com o chocolate por cima.

 


Semi-Frio de Coco e Manga




 Ingredientes:
- 400 ml de leite de coco
- 200 ml de leite
- 200g de açúcar
- 60g de coco ralado
- 1 colher de sopa bem cheia de farinha maizena
- 8 folhas de gelatina
- 3 claras
- 200 ml de natas
- 10 colheres de sopa de água
- 190g de açúcar
- 3 colheres de sopa de sumo de limão
- 500g de manga cortada em cubos

Preparação:

Num tachinho, coloque os 200g de açúcar, a farinha maizena e o coco ralado. Misture.
Aos poucos, junte o leite e mexa. Por fim, misture o leite de coco.
Leve o tacho ao lume e deixe cozinhar em lume brando, sem parar de mexer, até que comece a borbulhar.
Entretanto, coloque as folhas de gelatina a demolhar em água fria, durante 5 minutos.
Quando o creme começar a borbulhar, junte as folhas de gelatina bem escorridas e mexa.
Depois de tudo bem misturado, apague o lume. Deixe o creme arrefecer totalmente.
Depois do creme frio, bata as claras em castelo bem firmes. Bata as natas em chantilly.
Envolva o creme com as natas. Por fim, envolva o creme com as claras batidas.
Coloque o creme numa forma com aro amovível (26 cm). Leve ao frigorífico até que fique bem rijinho.
Entretanto, num tacho, leve ao lume a água, o sumo de limão, os 190g de açúcar e a manga.
Mexa e deixe cozinhar em lume brando durante 30 minutos.
Passado os 30 minutos, passe ligeiramente com a varinha mágica, para que fique pedacinhos de manga.
Mexa e logo que comece a ferver, retire. Deixe o doce arrefecer totalmente.
Na hora de servir, passe com uma faca à volta do aro e retire-o. Espalhe o doce de manga por cima do semi-frio de coco.
Pronto a servir.


Pudim de Alfarroba



Preparação:

Numa caçarola juntar a alfarroba, o cacau e açúcar.
Adicionar um pouco de leite e mexer até dissolver bem. Acrescentar o resto do leite e o agar-agar.
Levar ao lume e deixar ferver até atingir um ponto cremoso. Colocar o pudim em pequenas formas previamente untadas com caramelo líquido.
Levar ao frigorífico pelo menos 2 horas.
Desenformar passando as formas por água quente



Papas de Carolo


INGREDIENTES
150g de carôlo de milho (sémola de milho)
1l de água
casca de 1 laranja
sal
750ml de leite
150-200g de açúcar

PREPARAÇÃO

Levar uma panela grande ao lume com a água, a casca de laranja e o sal.
Assim que ferver, reduzir o lume, retirar a casca de laranja e juntar o carôlo de milho, polvilhando-o sobre a água para não formar grumos. Mexer bem com uma colher de pau para não pegar, cerca de 5min..
Quando a água começar a secar, juntar o leite, aumentar um pouco o lume e mexer sempre, cerca de 10min..
Assim que ficar mais espesso, reduzir o lume, juntar o açúcar e deixar ferver mais uns minutos.
Retirar do lume, deixar arrefecer uns minutos e verter num prato fundo.
Decorar com canela moída.

Rende 1 prato fundo de 30cm de diâmetro.




Nógados






Ingredientes:
  • 1 pão pequeno em massa ;
  • 3 kg de farinha ;
  • 15 a 20 ovos ;
  • sumo de 5 a 6 laranjas ;
  • 1 copo médio de aguardente ;
  • 1 copo médio de leite ;
  • um quarto de litro de azeite morno ;
  • 1 kg de açúcar ;
  • fermento de padeiro q.b. ;
  • sal q.b.
Confecção:

Deitam-se os ingredientes para um alguidar de barro grande e amassam-se até a massa fazer bolhas. Coloca-se o alguidar em local quente e deixa-se fintar a massa. Quando estiver finta tiram-se bocadinhos de massa do alguidar com que se fazem bolas; das bolas fazem-se palitos que se enrolam e fritam em óleo bem quente. Depois de fritos cobrem-se com uma calda feita com água, mel, limão e pau de canela.






Ingredientes:

Para a massa:
  • 750 grs de farinha
  • 5 ovos
  • 1 chávena de açúcar
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1 colher (sopa) de aguardente
  • sal
  • azeite p/ fritar
Para o recheio:




  • 750 grs de açúcar










  • 250 grs de amêndoas










  • 30 gemas










  • 250 grs de fios de ovos








  • Confecção:

    Para a realização desta receita são necessários vários canudos com cerca de 1,5 cm de diâmetro. Quantidades: um canudo com 22 cm de comprimento, seis canudos com 17 cm, doze com 13 cm, dezoito com 11 cm, vinte e quatro com 8 cm e trinta com 6 cm.
    Para a massa, trabalham-se muito bem todos os ingredientes até se obter uma consistência fina e elástica. Tende-se esta em tirinhas com 2 cm de largura, que se enrolam em espiral à volta dos canudos. Mergulham-se depois em azeite bem quente. Escorrem-se sobre papel absorvente.
    Estando os canudos fritos, prepara-se o recheio. Leva-se o açúcar ao lume com 2,5 dl de água e deixa-se ferver até fazer ponto de cabelo (pondo uma gota de calda entre o polegar e indicador, ao afastarem-se os dedos, forma-se um fio resistente). Junta-se a amêndoa pelada e ralada e deixa-se ferver um pouco. Retira-se do calor, adicionam-se as gemas e leva-se tudo novamente ao lume até fazer estrada. Deixa-se arrefecer. Enchem-se os canudos com o recheio, colocando numa das pontas um pouco de fios de ovos.
    Para armar o órgão, começa por se pôr no prato um napperon de papel com cerca de 30 cm de diâmetro. Coloca-se no centro e na vertical o canudo maior (22 cm), ficando a ponta dos fios de ovos para cima. Contorna-se com os outros seis de 17 cm, que se prendem com uma linha fina. À volta colocam-se os doze canudos de 13 cm e assim sucessivamente, seguindo sempre o mesmo esquema. Os últimos canudos, seguram-se com um laço de fita de seda. Retiram-se cuidadosamente as linhas que se utilizaram como auxiliares.






    Ingredientes:
    • 1 abacaxi
    • 2,5 dl de leite
    • 60 grs de açúcar
    • 4 gemas
    • 30 grs de farinha de trigo
    • 1 colher (sopa) de maizena
    • 1/2 colher (chá) de essência de baunilha
    • 3/4 chávena (chá) de coco ralado
    Para o Recheio:
    • 180 grs de açúcar
    • 4 claras
    Para a cobertura:
    • chocolate derretido q.b.
    • geleia de damasco q.b.
    Bata bem o açúcar com as gemas. Junte a farinha e a maisena, ligando tudo muito bem. Ponha o leite ao lume até ferver. Adicione 1/2 chávena de leite quente ao preparado anterior, mexendo bem. Acrescente o restante leite quente e leve novamente ao lume, mexendo continuamente até engrossar. Junte e envolva a baunilha, passando depois o creme para uma taça. Cubra com película aderente e deixe arrefecer.

    Entretanto, corte uma fatia do abacaxi no sentido do comprimento. Retire o miolo com cuidado para não furar a casca. Retire-lhe a parte dura e pique o restante, escorrendo-o. Adicione o picado ao creme que tinha ficado a arrefecer, juntamente com o coco ralado tostado. Ligue bem e coloque a mistura na casca do abacaxi.

    RECHEIO:

    Bata as claras em castelo e junte aos poucos o açúcar, batendo ininterruptamente até que o suspiro fique firme e brilhante. Espalhe uma camada deste sobre o creme, fechando bem as bordas e, com o saco de pasteleiro, adorne com outras pequenas porções do suspiro. Leve ao forno pré-aquecido a 200º C até que aloure ligeiramente. Deixe arrefecer um pouco.

    COBERTURA: Dissolva a geleia e pincele sobre o merengue.
    Derreta em seguida o chocolate e, com um saco, faça pequenas pontas sobre os suspiros.








  • 1 abacaxi grande










  • 125 grs de açúcar










  • 3 claras + 1 (p/ bater em castelo)










  • 3 gemas










  • 4 dl de natas para bater










  • raspa e sumo de 1 limão










  • sumo do abacaxi







  • .

    Confecção:

    Retire uma tampa superior ao abacaxi, deixando as folhas, e reserve. Retire a polpa do abacaxi, escorra num coador e reserve o sumo. Triture a polpa do abacaxi.

    Bata muito bem as gemas com as claras e o açúcar. Adicione a raspa e o sumo do limão.
    Leve ao lume e continue a bater com a vara de arames, até engrossar. Retire do lume e continue a bater.

    Deixe arrefecer e adicione a polpa do abacaxi triturado e o sumo. Bata as natas bem frias em chantilly e adicione ao creme de abacaxi. Bata a clara em castelo firme e envolva-a cuidadosamente ao preparado.

    Recheie o abacaxi com este creme e leve ao congelador durante umas horas.
    Sirva o abacaxi tapado com a própria tampa e decorado a gosto.








  • 1 abóbora










  • açúcar q.b.










  • água q.b.










  • sal q.b.







  • .
    Confecção:

    Limpe a abóbora, parta-a em talhadas e ponha-a num alguidar, coberta com sal, durante alguns dias até o sal se derreter e as fatias ficarem delgadas. Tire então a abóbora da salmoura, e leve-a a cozer em água até levantar fervura.
    Faça a calda de açúcar até obter o ponto de espadana e dê uma fervura de cada vez, durante três dias, sendo no último dia o ponto mais elevado e tendo de lhe acrescentar mais açúcar.
    .
    NOTA:

    Pode deixar a abóbora em sal durante mais tempo, procedendo à sua cristalização só na altura que pretender.





    Ingredientes:
    • 1 ovoclip image002 thumb2 Agualvas (Cacém)
    • 250 grs de açúcar
    • 250 grs de farinha
    • 2 dl de leite
    • 1 colher (sopa) de manteiga
    • 1 colher (chá) de bicarbonato
    • 1 colher (chá) de canela em pó
    • raspa de 1 limão
    Confecção:
    Bata o ovo com o açúcar, acrescentando em seguida a canela, o bicarbonato e o leite. Quando estiver bem misturado, junte a farinha e, por último, a manteiga derretida. Leve ao forno num tabuleiro untado com manteiga. Quando cozido, desenforme e corte em triângulos, que depois se passam por açúcar.

    "O seu nome deriva do facto de serem um doce tradicional de Agualva, uma freguesia do concelho de Sintra.
    Caracterizam-se pela sua forma triangular, sendo a canela um ingrediente essencial.
    A receita data de há mais de 80 anos. Foram criados por uma senhora da terra e, após a sua morte, o doce esteve muitos anos sem ser confeccionados. Só muito recentemente, uma pastelaria da zona recuperou a tradição do seu fabrico."






    Ingredientes:




  • 4 dl de leite










  • 100 grs de aletria










  • 150 grs de açúcar










  • 50 grs de manteiga










  • 3 gemas










  • casca de limão










  • canela q.b.







  • .
    Confecção:
    Coza a aletria em água durante 5 minutos e escorra-a. Em seguida, leve o leite ao lume juntamente com a casca de limão, o açúcar e a aletria e deixe cozer.
    Quando a aletria estiver cozida, junte a manteiga e, fora do lume, misture as gemas previamente batidas. Leve ao lume apenas para que as gemas cozam ligeiramente.
    Polvilhe com canela

    "A aletria é um doce tradicional português do Natal, servido também como sobremesa noutras ocasiões. Trata-se de uma receita fácil de preparar, que nos delicia a vista e o paladar. É uma sobremesa idêntica ao arroz doce e, tal como este, é decorada com canela; a diferença principal entre estes dois doces é o seu ingrediente base, sendo a aletria preparada com uma massa que lhe dá o nome."




    Ingredientes:image thumb28 Aletria à Moda Antiga
    • 500 grs de aletria
    • 4 cascas de limão
    • 500 grs de açúcar
    • 1 l de água
    • 1 l de leite
    • 100 grs de manteiga
    • sal q.b.

    Confecção:
    Leve ao lume o leite, a água, a manteiga, o sal, o açúcar e o limão. Quando tudo começar a ferver, junte a massa e, quando esta estiver devidamente cozida, estenda-a num tabuleiro para secar.

    NOTA: Esta receita dá para 6 pessoas.




    Ingredientes:image thumb29 Alianças Doces
    • 1 colher (sopa) de manteiga
    • 1/2 colher (café) de essência de baunilha
    • 1 colher (café) de canela em pó
    • 1 colher (café) de fermento em pó
    • 125 grs de açúcar
    • 250 grs de farinha de trigo
    • 2 ovos
    • raspa de 1/2 limão

    Confecção:

    Incorpore a canela com o açúcar, a farinha com o fermento, a essência de baunilha com a raspa de limão e, por fim, tudo junto. Adicione os ovos, a manteiga derretida e amasse até que se descole das mãos.
    Forme pequenas argolas e coloque-as sobre tabuleiros enfarinhados. Leve a cozer em forno quente. Quando as tirar, revista-as em açúcar.


    Ingredientes:image thumb8 Ambrosia
    • 1 l de leite
    • 1 colher (sopa) de vinagre
    • 1 colher (chá) de erva-doce em grão
    • 500 grs de açúcar
    • 12 gemas
    • canela p/ polvilhar

    Confecção:

    Ponha o leite a ferver com a erva-doce embrulhada num pano ou gaze. Logo que levante fervura, adicione o vinagre e deixe ferver até formar grumos (se forem muito grandes, desfaça-os com um garfo). Retire-os com uma escumadeira e mantenha o leite ao lume, retirando-lhe mais algum grumo que se vá formando. Quando o soro do leite estiver reduzido, junte-lhe o açúcar e deixe ferver em lume brando, mexendo até atingir ponto de espadana (a calda corre com o aspecto de lâmina). Retire a erva-doce e reintroduza, então, os grumos que retirou do leite, muito bem desfeitos. Adicione as gemas sem estarem batidas. Coloque num tacho e ponha em lume brando, mexendo sempre até cozer as gemas.
    Deite o doce em pequenas taças individuais ou numa travessa larga e sirva bem frio, podendo polvilhá-lo com canela.




    image thumb2 Amores de Azeitão
    Ingredientes:
    • 12 claras
    • 250 grs de açúcar
    • 200 grs de miolo de amêndoa ralada
    Confecção:

    Bata as claras em castelo e junte-lhes o açúcar, continuando sempre a bater. Misture a amêndoa em seguida.
    Deite o preparado em forminhas de papel frisado de 3 cm, tendo o cuidado de formar um bico dos quatro lados. Leve ao forno a corar.




    ananas gratinado com gelado e fruta Ananás Gratinado com Gelado e Fruta

    Ingredientes:
    • 2 kiwis
    • 4 rodelas de ananás
    • figos q.b.
    • gelado de natas q.b.
    • mel q.b.
    • vinho do Porto (opcional)

    Confecção:

    Cubra as 4 rodelas de ananás com mel e coloque-as num recipiente que possa ir ao forno. Coloque no forno e deixe queimar o mel até que esteja bem estaladiço (10 minutos aproximadamente).
    Entretanto, corte o kiwi às fatias e o figo em duas metades.
    Coloque as rodelas de ananás em pratos individuais e verta mais mel ou um pouco de vinho do Porto no recipiente em que o ananás foi ao forno. Misture aí todo o sumo de fruta que tiver obtido e espalhe sobre as rodelas de ananás.
    Disponha o kiwi e o figo nos pratos, bem como 2 ou 3 bolas de gelado. Sirva de imediato.
    .
    NOTA: Pode usar todo o tipo de fruta da época.




    Anéis de Melaço Malta Anéis de Melaço (Malta)

    Ingredientes:
    • 1 gema
    • 150 grs de açúcar
    • 150 grs de manteiga
    • 150 grs de sêmola
    • 500 grs de farinha
    • leite q.b.
    Para o recheio
    • 1 colher (chá) de especiarias
    • 2 colheres (sopa) de anis
    • 2 colheres (sopa) de sêmola
    • 2 colheres (sopa) e cacau
    • 300 grs de açúcar
    • 500 grs de melaço
    • água q.b.
    • raspa de laranja
    • raspa de limão

    .
    Confecção:


    Misture a farinha com a manteiga, a sêmola e o açúcar. Acrescente o leite e a gema, batendo bem até ficar cremoso. Deixe descansar.
    À parte, misture o melaço com o cacau, o açúcar, a raspas dos citrinos, o anis, as especiarias e a água. Leve esta mistura ao lume até engrossar, acrescentando-lhe a sêmola, aos poucos. Retire depois do lume e deixe arrefecer.
    Estenda massa em tiras largas, recheie e molde-as em forma de tubos para depois formarem anéis. Perfure os anéis com uma faca afiada, coloque-os num tabuleiro untado e leve ao forno até ficarem dourados.





    Ingredientes:image thumb119 Areias
    • 150 grs de açúcar
    • 425 grs de farinha
    • 200 grs de banha
    • raspa de 1 limão
    • açúcar e canela p/ polvilhar (opcional)
    Peneire a farinha com o açúcar e coloque em monte sobre uma superfície lisa. Faça uma cova no meio e deite a banha e a raspa de limão. Trabalhe a massa só com a ponta dos dedos e molde-a em bola, apertando-a.
    Com um pouco de farinha, tenda a massa em bolinhas do tamanho de uma noz. Leve a cozer em forno médio (180º C), num tabuleiro levemente untado e polvilhado. Pode polvilhá-las com um pouco de açúcar e canela antes de as levar a cozer. Depois de cozidas, as areias devem ficar clarinhas.




    Ingredientes:
    • 1 ovoclip image002 thumb5 Areias (Cascais)
    • 300 grs de margarina
    • 500 grs de farinha
    • 5 grs de fermento em pó
    • 250 grs de açúcar
    • raspa de limão q.b.
    • 1 pitada de canela em pó


    Confecção:
    Bata o açúcar com a margarina até obter um creme branco e espumoso. Junte o ovo e misture. Acrescente por fim a farinha, o fermento em pó e a raspa de limão, misturando bem.
    Com o auxílio de uma colher, forme discos de 5-6 cm de diâmetro e estenda-os em tabuleiros não untados. Leve as areias a cozer em forno médio durante 20 a 25 minutos. Depois de cozidas, passe-as por açúcar com a canela em pó.